
Durante anos conhecemos pessoas, lugares, modos.Levamos um pouco de tudo que passamos numa bagagem de lembrança,
saudade e sentimento.Construímos quem somos através desses momentos ímpares, dessas formas incomparáveis.E num lugar não tão distante de minha floresta, conheci a outra parte.
Aquela que conseguimos identificar belo brilho no olhar!Dizem que todos os seres têm seus mestres[Não falo de deuses], aquelas pessoas
que nos ensinam, nos fazem batalhar pela vida.E numa vila ali por perto, havia um alguém com aparência de doutor. Barbudo, óculos de
grau acima do normal e debaixo do seu braço um livro.Foi-me um momento rápido, passei voando por ali. Quis voltar, mas minhas asas
não aceitam que eu volte pelo caminho. Esperei ansiosa pelo um outro dia, aquelas asas tinham que
me levar lá novamente, afinal de contas eu estava pronta a conhecer meu outro corpo.
Ah! Eu sabia, elas também! E ele que nem se revirou desde do momento que eu o deixei ali, parado com a sua formosura e seu livro. Aquele livro me despertava certa curiosidade, conseguir ler o que estava escrito naquela
capa velha e empoeirada. - Ensinamentos de um mestre vivente! Ah, quanto curiosidade! Eu não podia
tocar naquele chão, não podia falar com ele e nem com o seu livro. Foram dias observando de longe o que aquele homem velho fazia num lugar tão claro.
O destino, não... Esse talvez nem exista... As minhas asas, essas sim me deixaram surpresas.!Trouxeram-me aquele velho. Ah, quantas prosas trocamos. Estava conhecendo um MESTRE de verdade!
Podia fazer qualquer pergunta, ele sabia. Afinal de contas, ele era um VELHO MESTRE das artes da vida.
Mas, não foi bem como eu imaginei. Ele não me deixava abrir aquele livro que sempre estava por debaixo de seu braço, nem ao menos tocá-lo. Pedi-lhe, então, que me mostrasse a vida, o céu, às estrelas, os rios. Antes mesmo de terminar o meu pedido, ele me puxou pelo braço, a dor era quase insuportável. Eu não entendia por que ele estava me fazendo sofrer. E foram longos minutos de dor, de pressão. Na verdade eu não sabia o que fazer. O mundo havia parado e naquele momento só existia eu, ele e minha dor. Eu estava gostando daquela dor, apesar da intensidade, me sentia viva. Sentia o meu corpo, a minha floresta. Depois de longos minutos, o meu pulso já adormecido ele me soltou. Perguntei o porquê daquilo. Sem nenhum traço de emoção ele me respondeu. -Sentiu o teu corpo, sentiu-se insuportável no teu próprio corpo. Faça disso a caminhada para conhecer o mundo. Sua floresta é negra, não tem luz e nem ao menos flores. Suas asas me trouxeram aqui, mas terei de voltar para a minha
vila. A minha NOVA vila. Vou te deixar. Caminhe, caminhe e caminhe. Procure o seu prazer e nunca se esqueça de que a dor é a melhor maneira de você se conhecer e conhecer o restante do mundo. - Eu fiquei um tanto confusa com aquilo tudo, sabia que aquele brilho no olhar era além do que eu poderia imaginar, ele também sabia disso.
Em seguida, cair num sono. A única coisa de que me lembro é dele sendo levado de volta para sua NOVA vila. Eu sabia que algo de muito extraordinário estava para acontecer. Ele também!
[Inacabado. Ainda falta coisas para serem vividas]
saudade e sentimento.Construímos quem somos através desses momentos ímpares, dessas formas incomparáveis.E num lugar não tão distante de minha floresta, conheci a outra parte.
Aquela que conseguimos identificar belo brilho no olhar!Dizem que todos os seres têm seus mestres[Não falo de deuses], aquelas pessoas
que nos ensinam, nos fazem batalhar pela vida.E numa vila ali por perto, havia um alguém com aparência de doutor. Barbudo, óculos de
grau acima do normal e debaixo do seu braço um livro.Foi-me um momento rápido, passei voando por ali. Quis voltar, mas minhas asas
não aceitam que eu volte pelo caminho. Esperei ansiosa pelo um outro dia, aquelas asas tinham que
me levar lá novamente, afinal de contas eu estava pronta a conhecer meu outro corpo.
Ah! Eu sabia, elas também! E ele que nem se revirou desde do momento que eu o deixei ali, parado com a sua formosura e seu livro. Aquele livro me despertava certa curiosidade, conseguir ler o que estava escrito naquela
capa velha e empoeirada. - Ensinamentos de um mestre vivente! Ah, quanto curiosidade! Eu não podia
tocar naquele chão, não podia falar com ele e nem com o seu livro. Foram dias observando de longe o que aquele homem velho fazia num lugar tão claro.
O destino, não... Esse talvez nem exista... As minhas asas, essas sim me deixaram surpresas.!Trouxeram-me aquele velho. Ah, quantas prosas trocamos. Estava conhecendo um MESTRE de verdade!
Podia fazer qualquer pergunta, ele sabia. Afinal de contas, ele era um VELHO MESTRE das artes da vida.
Mas, não foi bem como eu imaginei. Ele não me deixava abrir aquele livro que sempre estava por debaixo de seu braço, nem ao menos tocá-lo. Pedi-lhe, então, que me mostrasse a vida, o céu, às estrelas, os rios. Antes mesmo de terminar o meu pedido, ele me puxou pelo braço, a dor era quase insuportável. Eu não entendia por que ele estava me fazendo sofrer. E foram longos minutos de dor, de pressão. Na verdade eu não sabia o que fazer. O mundo havia parado e naquele momento só existia eu, ele e minha dor. Eu estava gostando daquela dor, apesar da intensidade, me sentia viva. Sentia o meu corpo, a minha floresta. Depois de longos minutos, o meu pulso já adormecido ele me soltou. Perguntei o porquê daquilo. Sem nenhum traço de emoção ele me respondeu. -Sentiu o teu corpo, sentiu-se insuportável no teu próprio corpo. Faça disso a caminhada para conhecer o mundo. Sua floresta é negra, não tem luz e nem ao menos flores. Suas asas me trouxeram aqui, mas terei de voltar para a minha
vila. A minha NOVA vila. Vou te deixar. Caminhe, caminhe e caminhe. Procure o seu prazer e nunca se esqueça de que a dor é a melhor maneira de você se conhecer e conhecer o restante do mundo. - Eu fiquei um tanto confusa com aquilo tudo, sabia que aquele brilho no olhar era além do que eu poderia imaginar, ele também sabia disso.
Em seguida, cair num sono. A única coisa de que me lembro é dele sendo levado de volta para sua NOVA vila. Eu sabia que algo de muito extraordinário estava para acontecer. Ele também!
[Inacabado. Ainda falta coisas para serem vividas]
Texto com dedicatória oculta.
Liri Liú,
Vanessa.
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